Qualidade e Segurança

Gestão da Qualidade

As preocupações com a segurança do paciente e com a qualidade na assistência estiveram presentes desde o início das atividades do Hospital e Maternidade Municipal Dr. Odelmo Leão Carneiro. Com a maturidade da instituição e o engajamento cada vez maior da equipe multidisciplinar, recebemos recentemente a Acreditação Nível 2. Neste contexto, houve solidificação dos processos que envolvem uma assistência com segurança e qualidade e estreitamento da interface entre os setores.

Assim, consolidamos nossa Política da Qualidade: “Contribuir para a consolidação de uma cultura organizacional com foco na segurança e qualidade da assistência, buscando a interação com a rede municipal de saúde e a satisfação do nosso cliente”.

A interação com a rede municipal de saúde também tem sido identificada como um ponto forte da instituição. O Programa de Parto Seguro foi construído em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde. E mais recentemente, formalizamos também o Programa de Cirurgia Segura baseado em práticas de segurança preconizadas pela OMS.

A diminuição da mortalidade por Sepse está sendo trabalhada através da revisão e fortalecimento do Protocolo de Sepse com foco na identificação precoce dos casos e no manejo baseado em evidências científicas. Para tanto, a Instituição também trabalha com campanha de incentivo a participação de todos.

Atualmente, o Hospital tem buscado estimular os gestores para análise e acompanhamento de indicadores na busca pela melhoria contínua. Para tanto, os processos estratégicos têm utilizado a Unidade de Negócio para auxiliá-los na gestão da unidade e na tomada de decisão.

Gestão de Risco:

O HMMU fundamenta suas ações assistenciais, desde o início das atividades, nos princípios de qualidade assistencial e de segurança do paciente. O seguimento de rotinas e protocolos pré-estabelecidos e validados, bem como o desenvolvimento de estratégias locais a partir da busca compartilhada e multiprofissional por melhorias, tem possibilitado grandes avanços, apesar das dificuldades enfrentadas. A evolução no processo de acreditação hospitalar é outro fator de estímulo ao amadurecimento institucional, estando o Hospital Acreditado em Nível 2 e pronto para alcançar o nível 3 de certificação pela ONA/IQG.

O conceito de segurança do paciente foi expandido para o “Cuidado Seguro”, frente à constatação de que uma assistência adequada só pode ser prestada se garantida a segurança dos profissionais, do meio ambiente e da própria instituição.

O hospital conta com um Núcleo de Segurança do Paciente atuante, composto por representantes de setores assistenciais, de apoio e administrativos que, em reuniões periódicas, define ações de segurança baseadas nas notificações de incidentes recebidas pela Gestão de Riscos.

Elegeu-se 16 Práticas de Segurança que vêm sendo implantadas gradualmente. Paralelamente, algumas atividades são realizadas como forma de consolidar a cultura de segurança, tais como: Semana do Cuidado Seguro, capacitação de gestores em temas da qualidade e segurança, projetos de formação de lideranças e a pesquisa anual de avaliação de cultura de segurança.

Os grandes desafios da Gestão de Riscos são o estímulo contínuo à notificação de incidentes, a maior agilidade no esclarecimento de eventos, a descentralização da gestão de riscos e a inserção dos pacientes e familiares no planejamento do cuidado.

Por tudo isso, acreditamos ser possível oferecer tratamento digno e de qualidade aos nossos pacientes do SUS.

ROPS(Requered Organizational Practice) - BOAS PRÁTICAS PARA SEGURANÇA DO PACIENTE

Importante

SUA SAÚDE DEPENDE DE UMA BOA COMUNICAÇÃO!

Pergunte, questione, você poderá ajudar nesse processo de segurança.

Você faz mais perguntas quando compra um eletrodoméstico, um carro ou quando vai ao restaurante que durante sua consulta médica ou sua internação ou de seu familiar.

Você pode melhorar a qualidade e a eficácia de seu tratamento, fazendo perguntas simples a seu médico ou aos profissionais de saúde.

1. Você pode explicar melhor meu diagnóstico?

2. Existem alternativas a este tratamento?

3. Quais exames tenho de fazer?

4. Como se escreve o nome deste medicamento?

5. Este medicamento tem efeitos colaterais?

6. Este medicamento vai interagir com os medicamentos que eu já estou tomando?

7. Tenho de alterar a minha dieta alimentar, para que estes medicamentos façam melhor efeito?

8. Este tratamento interfere em minhas atividades do dia a dia?

9. Posso esperar para decidir se inicio este tratamento?

10. Quais são as possíveis complicações?